Uma agência técnica pequena — por opção.
A Commit House nasceu pra ser o que o mercado costuma chamar de 'software house boutique': equipe enxuta, sênior, que entende o negócio do cliente e entrega código que outro time consegue manter.
Filosofia.
Não é manifesto. São os atalhos que a gente recusa porque já viu dar errado.
- Engenharia em vez de "solução"
- Toda proposta é desenhada com tradeoffs explícitos. Se a gente não sabe algo, a gente fala.
- Código seu, manutenível
- Repositório na sua conta desde o dia 1. Infra documentada. Se você quiser trocar de fornecedor, o código continua funcionando.
- Pequeno e sênior
- Não escalamos em número de dev, escalamos em clareza de escopo. Projeto nosso é conduzido por quem programa — não por "gerente de conta" fazendo ponte.
- Resultado mensurável
- Toda entrega tem métrica combinada antes do start: LCP, tempo de resposta, horas economizadas, NPS. O fim do projeto é onde elas baterem.
- Sem lock-in
- Nenhum produto fechado nosso amarra você. Contrato de manutenção é opcional — e termina com aviso prévio curto.
Desenvolvedor há mais de 10 anos, com foco em back-end (PHP/Laravel, Postgres) e arquitetura de sistemas operacionais. Tocou projeto de CRM multi-tenant, SaaS B2B e back-office para empresas que operam "do caos à operação documentada".
php 8.3 · laravel 12
postgres 16 · redis 7
filament 3 · livewire 3
tailwind 4 · alpine
docker compose · frankenphp
next.js · node # quando SSR é crítico
python · fastapi # ML / scraping pesado
go # serviço de alto volume
Tipo de cliente que a gente atende melhor.
Sermos pequenos é uma escolha. Isso significa que a gente recusa projeto — não por arrogância, por realismo.
- empresas B2B com processo operacional real
- times técnicos que valorizam código manutenível
- projetos de R$ 8k a R$ 80k com escopo claro
- quem topa conversar antes de contratar
- projeto "pra ontem" sem escopo
- "copia o Uber" ou "igual ao iFood"
- cliente com TI interno grande buscando mão de obra barata
- quem quer "desenvolvedor residente" 40h/semana